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A mostrar mensagens de julho, 2009

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É a turma do Cesae do Curso Técnio Desenhador Construção Civil

Faltaram alguns colegas,porque o curso começou dia 18 de Julho de 2008, e termina dia 29 de setembro de 2009.Dia 21 de Julho é último dia antes de ir para o estágio.Em agosto em principio ,será mês de férias,e depois em setembro até dia 28 será estágio, e dia 29, último dia deste curso que por diversos motivos e razões deixaram algumas marcas.

Muitas fotos Junto ao Visionário em Santa Maria da Feira

Tudo divertido!lol

Visita ao visionário

te amo

Te amo Te amo por sua voz Te amo por teu calor Te amo pensando em nós Sonhando com teu amor Te amo o dia inteiro Te amo em todas as horas Te amo por ser só meu Não quero que vá embora Mas se assim quiser Com amor te deixo ir Mas não antes de dizer Se voltar estarei aqui

amor sozinho

Um coração sozinho... Amor é uma voz que não se cala, Mas é uma voz que se fala, Que se sente profundamente Que se guarda no fundo da mente O amor tem seu preço Dolorosamente Por isso escrevo agora O que não sai da minha mente Amar é uma dor Ou uma ilusão É o que sinto agora Aqui no coração Meu coração partido Meu mundo sem sentido O que farei agora? Onde alegria mora?

Um coração sozinho

Amor é amar

Poema

Prazer absoluto (soneto) Serei seu como o horizonte no crepúsculo do entardecer, Ou o vento que bruni suave sobre a rosa ao amanhecer. Terei sentido roçar em meu corpo o áspero de sua língua Que doce, explora os meus espaços sedentos de prazer. Terei desfalecido, mas teimosamente quero ti amar, Açoitado pela vertigem, vejo estrelas sem anoitecer. Minha respiração ofegante faz minhas veias latejar, Como um menino assustado parece-me enlouquecer. Lânguidos e sem forças não ficou nada por fazer, Sem disfarces nossas olheiras nos denunciavam, Nossos corpos de vontades ainda se queixavam. O prazer absoluto por vezes fez-se acontecer, Tempo ocioso em nossa cama não perdurou, Ao anoitecer nossas mãos ainda nos acariciavam

Prazer absoluto

Prazer absoluto (soneto) Serei seu como o horizonte no crepúsculo do entardecer, Ou o vento que bruni suave sobre a rosa ao amanhecer. Terei sentido roçar em meu corpo o áspero de sua língua Que doce, explora os meus espaços sedentos de prazer. Terei desfalecido, mas teimosamente quero ti amar, Açoitado pela vertigem, vejo estrelas sem anoitecer. Minha respiração ofegante faz minhas veias latejar, Como um menino assustado parece-me enlouquecer. Lânguidos e sem forças não ficou nada por fazer, Sem disfarces nossas olheiras nos denunciavam, Nossos corpos de vontades ainda se queixavam. O prazer absoluto por vezes fez-se acontecer, Tempo ocioso em nossa cama não perdurou, Ao anoitecer nossas mãos ainda nos acariciavam

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